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Mostrando postagens de 2013

05 #Doce Infância - Gibis&Afins {03} GibiGang

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E quem não ama gibis? Difícil encontrar alguém que não goste ! H á algum tempo atrás surgiu o quadro "#Doce Infância - Gibis & Afins". E nele eu citei em duas postagens , o saudoso e irreverente " Calvin and Hobbes ". Citei também meu apreço por esse universo. Eis que lhes afirmo, meus caros: os gibis tem representado algumas ideias mirabolantes na minha cabecinha viajante e sinto no ar, um cheirinho de "quero mais do que apreciar". A vida vai me ajudar? Claro que não! Meus leitores mais assíduos e íntimos sabem reconhecer o quão difícil é lidar com meu amor aos escritos, por justamente contar apenas com o meu amor e apoio de vocês. Mas isso é história dramática, para outro dia... O fato é que: ou a Gibilândia vem para cá, ou nós vamos para lá ! Decidi juntar os dois. Então peguem suas xícaras vazias ou cheias, e vamos viajar! Temos muito a aprender ! Primeiramente, que tal dar uma olhadinha nos primeiros posts do quadro? Gibis&Afins {01} Gibis...

Contos de Natal

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T ais contos que irei contar-lhes não tem nada a ver com o clássico "Conto de Natal". Não há fantasmas de natais passados, presente ou futuro. Embora, talvez, possa concluir-se que eles existam, e estejam presentes nas lembranças narradas. Intitulo o primeiro conto como: "Noel existe! Eu o vi!" e mais uma vez, minha mãezinha participa dessa lembrança. Noel existe! Eu o vi! Natal de 1996, Belo Horizonte, Eldorado. A pequena garotinha de quatro anos aguardava ansiosa à chegada do vovô Noel. Como conta sua mãe, a ceia já havia sido servida à menina, mas ela recusava-se em dormir antes de ver o papai Noel. Naquele ano a pequenina escritora havia pedido uma boneca ao velhinho. Não sabia escrever, mas desenhou sua cartinha. Uma cartinha que tinha apenas desenhada: uma enorme árvore enfeitada, Noel, os familiares, o poodle Gugu aos pezinhos da criança e a boneca em seu colo.  As horas passavam e a criança sem sono decidiu brincar. A mãe tentava atraí-la para o sono argum...

Romacistas e Românticos

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Enquanto isso em uma conversa de praça... Or not! _ Essas mulheres são os seres mais engraçados que eu já conheci! Ao mesmo tempo que querem tudo não querem nada! _ Como assim? Que loucura é, dessa vez? _ Estava aqui pensando, com meus  borbotões  sobre o tipo de homem ideal para elas. _ Ah...! Acho que toda mulher deseja um homem com sorriso lindo, humorado, simpático, inteligente, gentil e amoroso. _ Um cavalheiro? _ É... Mais ou menos. Nem tão cavalheiros.  _ Cafajestes? _ Algumas sim, mas não falemos das exceções. Vamos generalizar: cafajestes também não são o ideal. _ Um meio termo? _ Sim, acredito que o meio termo é o que elas procuram. _ Pois é! Olha que loucura!  _ Porquê? _ Oras! Se são cavalheiro, são chatos, bregas, antiquados, arcaicos e tolos. Se for um cafajeste, é um indigno e todos outros adjetivos pejorativos possíveis.  _ Loucura sua! Não é para tanto! _ Ah não?! Vejamos... Tenho razões técnicas para argumentar isso! Vejamos... Levando-se em co...

Romancistas e Românticos

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Enquanto isso em uma conversa de praça... _ Essas mulheres são os seres mais engraçados que eu já conheci! Ao mesmo tempo que querem tudo não querem nada! _ Como assim? Que loucura é, dessa vez? _ Estava aqui pensando, com meus borbotões sobre o tipo de homem ideal para elas. _ Ah...! Acho que toda mulher deseja um homem com sorriso lindo, humorado, simpático, inteligente, gentil e amoroso. _ Um cavalheiro? _ É... Mais ou menos. Nem tão cavalheiros.  _ Cafajestes? _ Algumas sim, mas não falemos das exceções. Vamos generalizar: cafajestes também não são o ideal. _ Um meio termo? _ Sim, acredito que o meio termo é o que elas procuram. _ Pois é! Olha que loucura!  _ Porquê? _ Oras! Se são cavalheiro, são chatos, bregas, antiquados, arcaicos e tolos. Se for um cafajeste, é um indigno e todos outros adjetivos pejorativos possíveis.  _ Loucura sua! Não é para tanto! _ Ah não?! Vejamos... Tenho razões técnicas para argumentar isso! Vejamos... Levando-se em conta o conceito his...

Meu Secreto.

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                U m bosque, um vale, uma floresta, um recanto imaginário ou não. Um refúgio para a alma. Universo próprio do medo, paralelo onde tudo seja um reflexo alegre. Retrato de mente e corpo meus. Interpretação visual do meu coração. Ainda que inóspito, incoerente, inacessível, irreal, meu lugar. Um pedaço do que meus olhos veem por dentro, no âmago de um projeto sonhador, que transforam-se em pessoa. Em gente inocente. Gente que sofre, sorri, impulsa, motiva, chora, pede colo, supera, vive. Apenas o reflexo do meu espelho íntimo. Meu secreto esconderijo. A imagem que ninguém pode ver de um lugar onde ninguém ainda tenha alcançado. 

Noite Ilustrada: Uma negra estrela de brilho discreto.

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         Fui criada desde pequenina criança, ao gosto de boas musicalidades . E sou imensamente grata por esse legado familiar. Penso que o Brasil já viveu seu ápice estrondoso de qualidade histórica musical. E a cada antigo poeta dos acordes que se vai, eu temo pelas novas gerações. Essas que não conhecerão o nosso vasto passado relicário , pois a cada dia perde-se o valor de tudo isso para os "quadradinhos de oito" , "leks leks" e sertanejos (infâmia assim chamar) chicletes. Contudo creio eu que, essa mudança toda é equivalente ao poderio do povo. Bem nota-se que pessoas com a audição aguçada ao requinte antigo, são raras. Então elevemos a coisa toda à genética! Não é a ela que culpam, diante a " evolução ", ou melhor dizendo, ao retrocesso do homem? Pois bem! Se não há música decente digamos que é por não ter alguém devidamente " decente " para fazê-la. O que é um engano escancarado , já que eu posso indicar novos talentos bem capazes de ga...

Juventude de antigas adrenalinas.

Jeans azul. E um toque de rebeldia. Luzes coloridas sobre os olhos. E ventania de juventude louca. Quem se contentaria com a segurança se o melhor sabor está nos riscos? Diga que se lembra, da adrenalina pulsando enquanto sonhavas? Palavras ocas, ilusões bradadas, juras que o vento levaram.  O amor eterno é eterno simplesmente. E o que transforma os lados é o tamanho do querer. Você caiu no fundo de tudo e não sabe voltar, não quer nem mesmo olhar para onde há o que pode ensinar. Desde que se fecha, a alma se envenena aos poucos. E a liberdade nem sempre pode curar quando é tarde demais. É forte, muito forte e inesquecível quando parte de dentro e só pertence a si. Diga que se lembra da adrenalina pulsando enquanto sonhavas.

O céu é meu primeiro andar

Pés não falhem.  Só mais um pouco de caminhada. Vocês ainda não correram o quanto podem. Pés, não falhem. Ainda há uma linda chegada.  Meu coração se sente acorrentado a cada passo, mas as dúvidas não fazem da minha alma, se tornar essa  torrente brisa de mundo. Ela diz tudo o que é meu. Correndo pelas ruas, por engano ou por desejo. Por amor ou por sonhos. Me sentindo só todos os dias, mas sabendo que há quem espera-me.  Me esperam no portão.  O céu é meu primeiro andar. Tento sair desse sótão e são muitos os degraus. Está escuro, mas é um escuro que me pertence. Algo do qual acostumei-me. Há uma luz no alto refletindo o brilho do que se há a conquistar. A insanidade companheira sussurra o que é meu. Falta pouco do muito.  Correndo com pulmões sem ar, por engano ou por desejo. Por amor ou por sonhos. Até por medo. Me sentindo capaz, sozinha indo atrás do portão aberto que aguarda. O céu é meu primeiro andar.

Salva.

Nas manhãs de dias frios, onde a vontade de se levantar é mínima, um raio de sol irradiou-me por dentro.  Não adiantaria ficar inerte, não querer falhar não garante as escolhas certas. Todas as ideias e oportunidades passavam diante de meus olhos e eu dizia que não sabia onde queria chegar.  E então surgiu essa luz forte.  E eu percebi que não adiantaria me enganar. Você me salvou, me salvou de desistir de viver. Nas manhãs de ansiedade era só olhar para trás e perceber. Todos os medos estavam lá vigiando, atentos. Esperando o menor deslize, aquilo impulsiona a busca pelos passos certos. Era só meu. Era só eu. Era eu. Sou eu. E lá se vai. Você me salvou, me salvou de desistir.  Me salvou de você. Me segurou distante. Assegurou minha ascensão.  Era eu, me reerguendo.  Caminhando agora à frente. Carregando com coragem, os medos nas costas.

Coluna Nova! EBA!

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Estava eu, linda e bela em um grupo no Facebook ontem à noite: o Leitoras Cobaias. As lindas participantes do grupo, debatiam sobre "dilemas amorosos" de suas vidas. Entre muitas situações, dicas, conselhos e histórias dignas de virar fanfics ou livros, eu tive a ideia de criar uma nova coluna. Júlia, ou melhor, Anabelle Lovegood perguntou-me se poderia escrever aqui no Xícaras para desabafar porque ela atualmente, como tantas outras meninas, precisa desabafar em algum cantinho. Afinal, como foi mesmo que o Xícaras começou? Com desabafos, meus caros! Poemas, textos, e desabafos. E por que não colocar umas caretinhas novas aqui? E assim se deu. Temos uma nova coluna no Blog "Nossos Dilemas" .  Linda, não? * w * E estamos abertas à colaborações! Quem quiser fazer parte é só clicar aí na Ask e fazer o pedido apresentando-se. A estreia da Coluna, com um primeiro post decente (lê-se com tema) será no dia 13/05 , próxima segunda-feira, ou seja: temos uma semana para...

Novidade!

Cliquem no menu "Autora" e curtam a nova página da blogueira Rayanne Nayara. Uma página somente de citações, para aqueles que gostam de compartilhar frases reflexivas, poéticas, ou simplesmente adoram citações! Conheça a página: + "Confabulando com Raay" Vai lá! E diz o que achou depois ;)

♫ "Domingo, eu NÃO vou ao maracanã..." ♫

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♫ "Domingo, eu vou ao maracanã. Vou torcer pro time que sou fã. Vou levar foguetes e bandeira ..."   ♫  Esperem aí, companheiros!  Não. Simples assim. Eu não vou ao maracanã.   Como é que eu posso ir assistir à uma partida de futebol se eu nem fiz a minha cama? Como assim? Ora, mas em que mundo vocês vivem?  Festejar? Festejar o quê? O salário altíssimo e absurdo dos jogadores do seu time enquanto você conta moedinhas no supermercado por ter economizado para comprar seus ingressos? Pois, se é de circo que você vive, tudo bem. Eu não.  Tem uma lista quilométrica de equívocos, pendurada bem debaixo do seu nariz. E eu vou dar o meu cartão vermelho! Um só garanto-lhes que não é. É uma penca! Haja juiz para tanto cartão.  Primeiro cartão:  Aos hospitais públicos, que dispensam comentários e me livram de uma longa explicação já que está tudo muito bem escancarado.  E é bom economizar saliva mesmo, porque eu sei que se falar demais também, nin...

#XícaraVIP - 04 - Chega mais, Millôr!

Ah! As crônicas de Millôr... Hoje com coesão referencial!  Snooker  é um jogo de bilhar. Aqui, no presente caso, é o título de mais um texto de Millôr Fernandes.  E ainda que eu seja suspeita para falar (por apreciar as  Millordices ) é um texto muito genial e divertido. É um texto de coesão referencial  (CLIQUE AQUI) .  Que não é chamado de snooker à toa, pois é justamente um texto de tacadas.  Trata-se de uma forma escrita em que as informações são lançadas sem certa periodicidade. Eu digo-lhe uma coisa, que  fica subtendida à sua interpretação e logo depois de dizer outra coisa, esclareço a primeira. Complicado de entender assim, não é? Mas sem desespero! Dá uma lida no que é  "coesão referencial"  se você não sabe e verás uma luz. Tentei fazer um snooker e não ficou tão bom quanto ao do Lolô  (Millôr. Lolô para os íntimos, admiradores desconhecidos como eu) . Todavia, foi a primeira vez que fiz a tentativa e acho que não fui tão...

#XícaraVIP - 03 - Chega mais, Millôr!

Um pouco mais de Millôr!  Em '30 anos de mim mesmo', Millôr Fernandes faz uma viagem no tempo partindo do início de sua carreira, em 1943 - com apenas 19 anos - até 1972, quando já era um nome reconhecido nacionalmente com passagem pelos principais veículos da mídia impressa. Para cada ano, o escritor seleciono um ou mais textos e desenhos, publicados nos mais importantes jornais e revistas da época. O resultado é um almanaque pessoal, com registros das décadas de 1940 a 1970, sem, no entanto, cair no didatismo. A escolha de textos foi realizada a partir de diferentes formas de humor que o autor desenvolveu ao longo dos anos. Recortes instantâneos que permitem traçar uma reflexão artística e histórica de Millôr. (FONTE: LIVRARIA CULTURA)  Selecionei para vocês mais algumas páginas muito legais desse almanaque pessoal de Millôr. A "Imprensa antes da Imprensa" não só é uma sátira ao fundamento dessa ideia, como também é uma visão própria do autor que demonstra a univers...